01 de Setembro de 2010
1º edição da GreenBuilding Brasil Conferência e Expo
Conferência Internacional & Expo é uma iniciativa do Green Building Council, entidade internacionalmente reconhecida pela promoção de boas práticas de construção, e a Reed Exhibitions Alcantara Machado, empresa líder mundial na organização de eventos de negócios.
Trata-se de uma oportunidade única de atualização sobre os principais temas de construção sustentável, fazer networking com profissionais destacados do Brasil e do exterior e de conhecer empresas e soluções apresentadas na área de exposição.
A Confortlux apresentará um painel sobre Qualidade Ambiental Interna Selos e Rotulagens Ambientais
pelo seu Gerente Técnico Comercial, Marcos Ourique Almeida.
Quando e Onde
O Green Building Conference & Expo Brasil irá ocorrer:
DATA: 01 a 03 de Setembro de 2010
LOCAL: FECOMERCIO
Endereço: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - Bela Vista - São Paulo (SP)
Horário: Das 9 às 18 horas
Sobre a conferência:
Em sua primeira edição no Brasil, a Conferência Internacional do Green Building Council Brasil será o mais importante fórum de discussão do segmento, com o objetivo de reforçar os benefícios e conceitos da industria da construção sustentável.
Utilizando nossas forças de mercado para conduzir e reunir empresários, executivos e profissionais do Brasil e do Exterior.
Este será o maior evento de 2010, trazendo exemplos práticos e experiência de profissionais renomados do Brasil e do mundo.
O movimento "Green Building" vem se consolidando no mercado global da construção civil, sendo que a tendência do mercado apresenta números otimistas para os próximos anos.
Clique aqui e faça o download da programação atualizada em PDF
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23 de Dezembro de 2009
Fonte Revista Infra
A primeira loja verde do país.
A unidade adotou cobertura zenital para garantir iluminação natural, espaços administrativos com abertura para área externa e cobertura com alto índice de refletância para diminuir a ilha de calor.
Fundada em 1948 pelo Sr. Valentim dos Santos Diniz, a Companhia Brasileira de Distribuição foi pioneira no setor varejista de alimentos no Brasil. Atualmente, é a maior empresa do varejo no país e atua sob três formatos: supermercados (divisões Pão de Açúcar, CompreBem Barateiro e Sendas), hipermercados (Extra) e lojas de produtos eletrônicos/eletrodomésticos (Extra-Eletro).Tem suas ações listadas na Bovespa desde outubro de 1995 e na Bolsa de Nova York (ADR nível III) desde maio de 1997.
Atuante nas questões sociais e ambientais, o Grupo Pão de Açúcar inaugurou em 4 de junho de 2008 a sua primeira loja verde, ou seja: sustentável, uma construção baseada no sistema LEED. Para o projeto foram investidos R$ 7,5 milhões. Segundo eles, informação, instalações, operação, produtos e completos processos de reciclagem e aproveitamento de resíduos são algumas das ferramentas escolhidas para envolver fornecedores e consumidores para o consumo sustentável.
Localizada em Indaiatuba, interior de São Paulo, a unidade possui 1.600 metros quadrados e chama a atenção pelos conceitos diferenciados que apresenta, a começar pelo mix de 20 mil itens, distribuídos em gôndolas – grande parte em madeira certificada.
Os 110 funcionários da loja receberam treinamentos específicos em questões socioambientais. Já a escolha de Indaiatuba permitiu avançar no conceito de fornecimento de produtos com baixo impacto ambiental, especialmente no segmento de hortifruti, com produtores localizados próximos à loja.
No quesito estacionamento, há vagas especialmente demarcadas que garantem benefícios aos carros que utilizam biocombustível. Além disso, foram instalados bicicletário, estação de reciclagem e paisagismo com preservação da vegetação nativa, além da incorporação de espécies típicas da região. Há também a opção de reciclagem de resíduos orgânicos e sólidos, pilha e bateria.
Tido como vilão em qualquer edificação comercial, o ar condicionado, neste caso, permite redução de 10% no consumo de energia, o equivalente a 120 mil kW/ano, enquanto que o aquecimento da água é realizado via o calor excedente da casa de máquinas. Segundo o Pão de Açúcar, só nos chuveiros dos vestiários, a medida gera uma economia mensal de 48 mil kW/h. Há ainda torneiras e válvulas especiais que diminuem em 40% o consumo de água, e a utilização do gás ecologicamente correto R404 para os balcões frigoríficos.
A unidade oferece ainda cobertura zenital para garantir iluminação natural, espaços administrativos com abertura para área externa e cobertura com alto índice de refletância para diminuir a ilha de calor, além de carrinhos de compra 100% confeccionados em material reciclado; entre outras iniciativas.
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01 de Outubro de 2009
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Foi aprovado o financiamento, através do Cartão BNDES, de insumos destinados a obras civis.
Assim, a partir de agora, além dos materiais de acabamento e mobiliários já disponíveis no Portal de Operações do Cartão BNDES, as micro, pequenas e médias empresas que quiserem comprar os materiais básicos destinados a ampliação, reforma e modernização do seu negócio poderão utilizar o Cartão BNDES para adquiri-los. Além disso, as pequenas e médias construtoras também poderão utilizar o Cartão BNDES para adquirir materiais para suas obras.
Poderão se credenciar como fornecedores no Portal de Operações, os fabricantes nacionais, de qualquer porte, desde que seus produtos estejam qualificados nos Programas Setoriais da Qualidade (PSQ), no âmbito do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H), do Ministério das Cidades (http://www2.cidades.gov.br/pbqp-h/index.php), ou que apresentem certificação no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), emitida por Organismo de Certificação de Produto (OCP) acreditado pelo INMETRO.
Os distribuidores de materiais que quiserem se tornar fornecedores, deverão ser indicados pelo(s) respectivos fabricante(s) já credenciado(s).
Esta iniciativa faz parte das ações do BNDES para apoio ao setor de construção civil e visa ainda, o aumento da qualidade dos materiais para a construção
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10 de Julho de 2009
Fonte: JOEL RENNÓ JR., médico, coordenador-geral do ProMulher (São Paulo, SP)
Energia
"Acho lamentável que, na era de "um dígito" da Selic, com economia estável e inflação sob controle, termos juros tão elevados, sejam eles bancários, de operadoras de cartões de crédito ou de reajustes de tarifas de bens essenciais, como a energia elétrica. O que é juridicamente correto, por contratos mal feitos, não implica ser justo do ponto de vista do país, engessando o crescimento econômico. O aumento da energia em 4/7, de 13% para pessoas físicas e de 15% para indústrias, três vezes o valor da inflação oficial do país, é lastimável e indecente.
O pior é que o reajuste é com base no dólar, que abaixou bem recentemente. Imaginem se o dólar estivesse em um nível maior, algo em torno de R$ 2,60 como já ocorreu. O reajuste seria de quanto? De 50%? Cabe à agência regulamentadora reformular esses contratos. Sentimos, honestamente, uma impotência para isso. Em países de Primeiro Mundo, ao qual grupo o Brasil quer pertencer, é assim que funciona."
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30 de Maio de 2009
Fonte: Exim Sistemas de Iluminação
Mitos e verdades sobre a Iluminação Natural
O que é Iluminação Natural?
De maneira simples, iluminação natural é a prática de utilizar luz natural para iluminar espaços internos de prédios em geral. Ao invés de depender unicamente de energia elétrica durante o dia, iluminação natural traz luz natural indiretamente aos espaços internos dos prédios. Iluminação natural reduz a necessidade de energia elétrica e coloca as pessoas em contato com luz natural do dia. E proporciona uma iluminação confortável a uma fração do custo da mais eficiente iluminação elétrica.
O que é uma BOA Iluminação Natural?
Uma boa Iluminação Natural traz beleza, iluminando adequadamente os espaços enquanto economiza energia. Uma Iluminação Natural bem sucedida é o resultado de uma combinação entre arte e ciência, de arquitetura e engenharia. É o resultado de um processo integrado no projeto, e não simplesmente uma tecnologia instalada no prédio quando a construção está pronta.
As ferramentas dos projetistas de Iluminação Natural incluem conceitos de radiação solar na coordenada geográfica escolhida, densidade de potência de iluminação, informações construtivas, índice de eficiência do recinto, níveis de iluminância, percentual de iluminação a partir da cobertura, etc...
10 mitos da Iluminação Natural – Em dias claros
• Não deixe que os mitos obstruam sua visão. Aprenda hoje, como a Iluminação Natural pode ser bem sucedida.
Mito: Iluminação Natural custa mais.
Fato: Iluminação Natural não aumenta o custo na construção quando é integrada no projeto. A inclusão do equipamento de Iluminação Natural no projeto tem a mesma necessidade como a de um ar condicionado.
• A luz elétrica em prédios modernos produz muito calor, enquanto a iluminação natural adequadamente direcionada não gera nada de calor.
A diminuição de calor gerada internamente permite que os projetistas diminuam a necessidade de sistema de ar condicionado. O resultado da redução de custos ajuda investimentos no sistema de Iluminação Natural.
Mito: Iluminação Natural permite a entrada de muito calor.
Fato: O calor que provém do sistema de Iluminação Natural é muito mais eficiente que o que vem da energia elétrica.
• Adequadamente dimensionadas, as placas do sistema de Iluminação Natural, absorvem 99% do calor do sol enquanto fornece o equivalente a 50 metros quadrados de lúmen, o que é muito mais do que suficiente para a maioria das atividades laborais.
Mito: Iluminação Natural provoca reflexos
Fato: Excesso de reflexo acontece quando muita luz entra no espaço interno. E isso acontece o tempo todo em prédios iluminados convencionalmente (observa-se retirando as cortinas da maioria das salas).
• Um prédio que utiliza corretamente a luz do dia projeta suas janelas adequadamente, com dispositivos de proteção e vidros de baixa transmitância – técnicas que bloqueiam a luz direto do sol e aperfeiçoa a redução de reflexos.
Mito: É melhor aperfeiçoar a eficiência do sistema de iluminação e HVCA (Calor, ventilação e ar condicionado).
Fato: Em primeiro lugar é melhor reduzir a necessidade de energia elétrica e manter o ambiente em temperatura agradável. O sistema de Iluminação Natural oferece as duas opções.
• Luz natural reduz a quantidade de energia elétrica instalada (considerando o limite que é necessário para o uso à noite).
Quanto menor a energia elétrica menor o ganho de calor, o que significa menos calor que o ar condicionado deve remover, usando menos energia.
Energia e refrigeração podem ser fornecidas pelo equipamento mais eficiente e disponível no mercado. Ser eficiente é sempre uma boa idéia, mas reduzir a necessidade de energia elétrica é muito melhor.
Mito: Prédios bem iluminados precisam de vidros claros.
Fato: Vidros claros permitem a entrada de muita luz, muito mais do que realmente é necessário para uma iluminação efetiva.
• O sol fornece de 7.000 a 10.0000 lumens por metro quadrado, enquanto um escritório precisa somente de 50.
Muita luz causa reflexo e o “efeito caverna”, onde o fundo da sala fica escuro comparado as outras superfícies. Isto faz com que as pessoas fechem as cortinas e liguem as luzes para cortar o contraste na sala.
Bem projetado, o sistema permite a entrada de luz natural contrapondo a energia elétrica enquanto reduz os reflexos.
Mito: Iluminação Natural=Skylighting
Fato: Adequadamente projetados, o sistema Skylighting é uma boa técnica em certas ocasiões, tais como corredores ou espaços profundos. Entretanto, em muitas escolas e escritórios, janelas podem fornecer luz do dia necessária.
• Skylighting não é necessariamente utilizado até que sejam atingidos 7,62 metros do perímetro das janelas.
Mito: Iluminação Natural para trabalho, os dias tem que ser ensolarados e claros.
Fato: Até mesmo o céu estando completamente nublado, fornece 5000 a 6000 lumens de iluminação – 100 vezes mais que a luz do dia necessária.
• Em alguns casos, como um típico clima de céu nublado oferece uma fonte de iluminação melhor porque a luz é mais difusa e uniforme.
Luz do dia é muito mais desafiadora nos climas mais ensolarados por causa da imensa quantidade de iluminação do sol e do céu. Esta iluminação deve ser reduzida e cuidadosamente controlada.
Mito: Existe apenas um método correto de iluminar.
Fato: Técnicas específicas de Iluminação Natural variam, dependendo da localização, número de prédios, orientação solar e uso de computadores nos prédios.
• Técnicas de Iluminação Natural podem ser adaptadas para atender as necessidades de quase todos os prédios, sendo depósitos, escritórios ou prédios do governo.
Mito: Prédios iluminados são todos de vidro.
Fato: Prédios envidraçados não fornecem boa iluminação natural porque eles ficam muito quentes e tem problema bem significante com reflexos.
• Janelas equivalem de 25 a 40% da área de parede. No somatório, a área de janelas em um prédio não é tão diferente do que uma área de um prédio não envidraçado.
Uma boa técnica de luz natural depende da localização adequada das janelas e desempenho das características como transmitância visível da luz e o coeficiente de ganho de calor solar – não tendo grande quantidade de vidro.
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27 de Maio de 2009
Fonte: O Estado de Minas
Os países do G8, a União Europeia (UE) e as grandes potências emergentes, como Brasil, China e México, firmaram ontem, em Roma, um acordo para troca de informação e experiência em matéria de eficiência energética.
O acordo foi assinado à margem da reunião de ministros de Energia do G8, na qual pediram que os países sigam investindo em energia para evitar problemas de fornecimento e a alta nos preços, em especial do petróleo, ao final da crise econômica. Os estatutos da Associação Internacional para a Cooperação em Eficiência Energética (Ipeec, em inglês) foram firmados pelos países do G8, UE e por Brasil, China, Coreia do Sul e México.
A iniciativa da Ipeec foi lançada em 2008, sob a presidência japonesa do G8, e “será a plataforma prioritária para compartilhar as experiências de nossos países em matéria de eficiência”, disse o ministro italiano do Desenvolvimento Econômico, Claudio Scajola, anfitrião do encontro. Scajola destacou algumas “grandes linhas” de cooperação entre os governos signatários: “tecnologias de baixa emissão de dióxido de carbono, investimentos nos setores de construção e transportes, e captação e armazenamento de dióxido de carbono”.
Sobre o apelo do G8 – Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha, França, Itália, Japão, Alemanha e Rússia – para que seja mantido um ritmo de investimentos no setor energético, Scajola defendeu “uma aliança entre as empresas e os Estados visando superar a crise.” “Os investimentos em novos projetos energéticos e em novas tecnologias foram adiados ou anulados devido à incerteza nos mercados financeiros e à redução da demanda”, lamentou o ministro italiano. “Mas, quando terminar a crise, haverá o risco de que a oferta de energia seja insuficiente e de que os preços fiquem elevados e instáveis”.
Devido à redução dos investimentos, “há certa preocupação sobre a falta de oferta a médio prazo” e de elevação dos preços, advertiu o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Nobuo Tanaka. A AIE apresentou em Roma um relatório segundo o qual os investimentos na prospecção e produção de petróleo e gás caíram 21% este ano em relação a 2008. Segundo o relatório da AIE, os investimentos em energia renovável cairão 38% em 2009.
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20 de Abril de 2009
Site Ambiental Expo - Feira Internacional de Soluções para Saneamento e Meio Ambiente
Ambiental Expo, de 30 de junho a 2 de julho de 2009, Anhembi - São Paulo
A Ambiental Expo é o evento mais abrangente da América Latina cobrindo os setores de Saneamento, Ar, Solo, Ruído, Resíduos e Energia. Lançada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado em parceria com a ABDIB - Associação Brasileira de Infra Estrutura e Indústrias de Base, o evento cumpre seu papel como parte integrante da estratégia da associação para o desenvolvimento do País estimulando negócios para empresas e governos. A feira foi inspirada na Pollutec, maior evento do mundo realizado na França, e apresenta tecnologias, equipamentos, soluções, inovações e sistemas para tratamento, monitoramento, correção e prevenção em todos os setores da economia.
>> Faça sua inscrição on-line para o Congresso Ambiental Expo. Clique aqui!
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09 de Março de 2009
JAMES CIMINO
da Folha de S.Paulo
Campanha promove pintura de telhado para reduzir aquecimento global
Apesar do recorde de calor atingido por São Paulo na última semana, desde o mês passado, uma campanha chamada One Degree Less (Um Grau a Menos) aponta uma solução relativamente simples para diminuir a temperatura no interior das casas e, de quebra, reduzir o aquecimento global em 1ºC: pintar telhados de branco.
Criada pela GBC (Green Building Council), uma entidade que promove mundialmente o uso de tecnologias sustentáveis na construção civil, a campanha se baseia em um estudo científico do Berkeley Lab., laboratório ligado ao Departamento de Energia dos EUA.
De acordo com esse estudo, a pintura de telhados e lajes superiores com cores claras reduz a temperatura no interior das edificações em cerca de 6°C, pois o branco reflete até 90% dos raios solares, enquanto a telha cerâmica comum absorve essa mesma porcentagem de calor.
Como consequência, o consumo de energia ligado à refrigeração dos ambientes (ar-condicionado e ventiladores) diminui entre 20% e 70%, o que, por sua vez, reduz a emissão de CO2 na atmosfera.
"Se 30% a 40% dos telhados do mundo forem pintados, a temperatura da Terra poderia cair em 1°C, por isso o nome da campanha", diz Marcos Casado, gerente técnico da GBC.
Mas algumas mãos de tinta seriam tão eficazes a ponto de ajudar em um problema tão complexo quanto o aquecimento do planeta?
Arquitetos ouvidos pela Folha fazem ressalvas, mas são categóricos ao afirmar que pintar os telhados e até paredes que tenham alta incidência solar reduz 'de forma impactante' as temperaturas ambientes.
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14 de Fevereiro de 2009
Zero Hora - Caderno POR AÍ
Risco de câncer de próstata aumenta com luz artificial
Os homens de países com maiores níveis de luz artificial têm mais probabilidade de sofrer câncer de próstata, segundo um estudo divulgado pela Universidade de Haifa, em Israel. De acordo com a pesquisa, essa situação se deve a fatores como a supressão da produção de melanina e ao efeito negativo imposto ao relógio biológico, que confunde dia e noite. Foi analisada a influência da luz artificial em três tipos de câncer em homens: próstata, pulmões e intestino grosso, utilizando dados de incidência das doenças em 164 países.
Para determinar os níveis de iluminação, foram utilizadas imagens do Programa de Satélite Meteorológico de Defesa e outras variáveis como consumo elétrico, porcentagem de população urbana e nível socioeconômico. Detectou-se que, nos países com baixa exposição à luz elétrica, 67 de cada 100 mil homens sofreram câncer de próstata, contra 87 dos países com média exposição (cerca de 30% a mais) e 157 nos de alta exposição (aproximadamente 80% a mais).
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